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Weekend Culturel Brésilien

2019-10-08T14:23:39+01:00janvier 25th, 2019|Capoeira|

SLT à tous

Dernier ligne droite avant notre Weekend Culturel Brésilien qui aura lieu à l’Orange Bleue à La Garde (sur le Thème de Yemanjà)
Voici la Programmation et Tarifs :

Le Samedi :

Tarifs adhérents* : 50€ / Tarifs non adhérents 60€
Sont compris dans le tarif :
Atelier Percu 2H de 16h à 18h( Mestre Julio )
Atelier Chant 2H de 18h à 20h(Camille Charlotte WAE)
+ accès a la Soirée et repas du soir (plat typique/ 1 boisson )

Tarifs adhérents* : 50€ / Tarifs non adhérents 60€
Sont compris dans le tarif :
Atelier Samba 2H de 14h à 16h( avec LY PEY )
Atelier Percu 2H de 16h à 18h( Mestre Julio )
+ accès a la Soirée et repas du soir (plat typique/ 1 boisson )

Samedi et Dimanche :

Tarifs adhérents* : 50 / Tarifs non adhérents 60€
Sont compris dans le tarif :
1 Atelier au choix le samedi (Percu, Chant ou Samba)
Atelier Capoeira (le dimanche) de 15h à 17h
+ accès a la Soirée et 1 repas( plat Typique/1 boisson )

1/2 tarifs pour les enfants ( à partir de 7 ans)

*Sont considérés comme adhérents les personnes qui suivent les cours de L’Ecole Batakorin, les personnes qui suivent les cours de Camille (WAÉ) et LY PEY(Elyeci). 1/2 tarifs pour les enfants (à partir de 7 ans)

Tarif par atelier : 20 euros adhérents, 30 euros non adhérents
Tarif Soirée : 10€
Tarif Repas : 10€( plat typique / 1 boisson )

Pour les participants du Stage, Réservations jusqu’ au 30 janvier (acompte de 15 euros)

Venez Nombreux Faire La FÊTE !!!
Vamos Fazer a Festa !!!

Batakorin Capoeira
Réservations : Batakorin@outlook.fr
Tel : 06.03.46.87.84
Site : WWW.BATAKORIN.COM

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Batàkorin, JamCaipi

2019-10-08T10:42:14+01:00mai 14th, 2018|Non classé|

Querem ser adhérentes de nossa escola Batakorin, bénéficiar de reduçoes em nossas Aulas de Capoeira, Batucada, Maculelê e Eventos?

Muito facil!!!

No proximo JamCaipi, com apenas 15 euros, ganhem uma carta de adhérente e um acarajè, para se sentirem na Bahia.

Axé !!!

Vous voulez être adhérent a notre Association, bénéficier des réductions a nos cours de Capoeira, Batucada, Maculelê et Événements?

Très facile!!!

A prochain JamCaipi, pour seulement 15 euros, gagne une carte d’ adhèrent et un Acarajè. Voilà du quoi si sentir vraiment à Bahia.

Axé !!!

Site : www.batakorin.com
Contact : 06.03.46.87.84/Whatzapp : 0033 6.03.46.87.84

 

 

 

 

 

 

Provincia de Nossa Senhora( autor : Mestre Julio ) tom : G

2017-04-18T22:37:40+01:00avril 17th, 2017|Non classé|

Provincia de Nossa Senhora( autor : Mestre Julio ) tom : (G),  G, AM, C, D, G

 

(G)Provincia de nossa Senhora( refrao )

Provincia Vamos Vadiar(AM)( refrao )

Provincia de Agua (C)doce( refrao )

Provincia(D) da Agua do Mar(G)( refrao )

 

(G)Nossa senhora da Guarda

Proteja todo cidadao(AM)

Que tem o branco da (C)paz

E o azul(D) là no seu Brazao(G)

 

(G)Se você é Capoeira

Esse jogo é pra qualquer idade(AM)

Vadeia là em Toulon(C)

Na praça(D) da Liberdade(G)

 

(G)Terra de vales e montanhas

Florestas, Rios e Cachoeiras(AM)

Em Nice là também (C)tem

Tem(D) Roda de Capoeira(G)

 

(G)Se tu quer naveguar

Em rios da realeza(AM)

Em Avignon também (C)tém

Na Praça(D) , Roda de Capoeira(G)

 

Em Nimes também tem Arena

Tem corrida e manifestaçao

Também tem Roda de Capoeira

Na Rua e là no Barracao

 

A Capoeira é meu abrigo

Das Senzalas da vida

Nao esqueça também o sorriso

De ser bom cantador, da Cabaça e Biriba

 

Montanha de Santa vitoria

Madalena e Santa Sarah

Vieram da terra santa

Para fé perpetuà

 

Provincia terra encantada

Lugar igual là nao hà

Andar com fé eu vou

Que a Fé nao costuma Fayà

 

Escuta meu camarada

Neste verso eu canto assim

Sao Bento proteja a provincia

Proteja esse jogo a você  Yà Mim

Yémanjah

2019-10-08T10:42:14+01:00février 2nd, 2017|Non classé|

 

Yémanjah
Letra e musica : Julio Bomfim

Olha que tem muita gente com fé que pra ela manda presente
Olha que tem muita gente também, la nos mares de Angola
Olha que tem muita gente também agradecendo a rainha do mar
Que vai pra beirar do Mar, da Bahia a Sri Lanka

Yémanjah
é Rainha do Mar( refrao )
Yemanjah
é Rainha ( Refrao )

Dizem que ela tem o cabelo bem liso
Deslizando nas aguas do mar( coro )
Dizem que ela tem o cabelo enrolado
Como as ondas do mar( coro )
Dizem que ela tem o cabelo transsado
Como uma guerreira de madagascar( coro )
Olha que ela tem o cabelo ouriçado
Como o sol a raiar( coro )

Yémanjah
é Rainha do Mar( refrao )
Yemanjah
é Rainha do Mar( Refrao )
Yémanjah
é Rainha do Mar( refrao )
Yemanjah
é Rainha ( Refrao )

Dizem que ela vem bem de longe
Là das terras de Taj Mahal
E que ela tem a pele bem Black
E seu canto é fenomenal

Yémanjah
é Rainha do Mar( refrao )
Yemanjah
é Rainha do Mar( Refrao )
Yémanjah
é Rainha do Mar( refrao )
Yemanjah
é Rainha ( Refrao )

Yé Yé Yémanjah
Ela é a Rainha do MAR
Yémanjah, Yé, Odoyà
Ela é a Rainha do Mar

Yemanjah
Yemanjah
Yémanjah
Yémanjah

Yémanjah o seu canto sagrado
Yemanjah eu tiro meu chapeu
Yémanjah sorriso cristalino
Yémanjah tem corpo de sereia
Yémanjah canta na lua cheia
Yémanjah sua luz vem do céu

Yé Yé Yémanjah
Ela é a Rainha do MAR
Yémanjah, Yé, Odoyà
Ela é a Rainha do Mar

Yemanjah
Yemanjah
Yémanjah
Yémanjah..

Ela é a Rainha do Mar

Na Bahia

2019-10-08T10:42:14+01:00janvier 24th, 2017|Brésil, Julio Bomfim|

Na Bahia

Musica e Letra : Julio Bomfim

Ritmo Capoeira : Sao Bento Grande de Angola

Refrao pra Capoeira : Na Bahia tem, temtem
https://www.batakorin.com/musiques/
 
 
Na Bahia tem minha nega
Na Bahia tem temtem( Refrao )
Agua de meninos
Na Bahia tem temtem( Refrao )
 
Tem Bomfim Ribeira
Na Bahia tem temtem( Refrao )
Peixe e cerveja
Na Bahia tem temtem( Refrao )
 
Tem as sete portas
Tem os 2 leoes
Tem a Barroquinha
E as barros reis
 
Mercado modelo
Tem Batukegê
viola e repentista
Artesao e Moqueca de dendê
Carmo e Rosàrio
Tem a Fonte Nova
Nazaré e Barbalho
Sao Bràz e agua de beber
 
Tem Stela Maris
Também tem Jauà
Tem Areia Branca
Escuta aí,  é venha cà
 
Tem muito suingue
Zezinho e Caymmi
o Fubica tem historia
Dodô e Osmar também
 
Tem a manga espada
Tem a Manga Rosa
Araçà e Pitanga
Jaca, seriguela e cajarana
 
Tem Itaparica
Tem pedra que Ronca
Amigo da onça
Tem Barra Pesada e Barra do Gil também
 
Também a maré mansa
Tem fazenda grande
Também cajazeiras
Ilê Liberdade e Curuzu
 
Tem o Olodum
Tem filhos de Gandhi
Muzenza Araketu e Farao
deusa do Ebano e dique do Tororo
 
Garibaldi e Ogunja
Ondina e Federaçao
Lazaro que é da pipoca
Curva grande e Calabà
 
Tem praia do forte
Forte de Santo Antonio
Tem farol da Barra
Corredor da Vitoria também
 
Cidade Baixa e Alta
Iphan e Ibama
Floresta de pedra
E também Muito cacau
 
Sete de setembro, avenida, avenida
passa a piedade
praça Castro Alves
a da Sé e o terreiro de Jesus
 
Depois do pelourinho
Desce o taboao
Tem os 2 Joao
Tem a fruta madura e a fruta pao
 
Tem Cachoeira
Caldo de cana e cajàrana
de Sururu e Mocoto
Agua doce, salgada e Benta
 
Tem a cruz que é santa
tem a santa cruz
Acupe e Engenho de Brotas
Chame chame e Pernambués
 
Tem lagoa escura
Também tem Cabula
Olha a Mata Escura
todos santos e encantos e axé
 
Também tem Oxente
olha hoje tem reg
Reuris, reuris reuris
O pai o pega a visao
 
Caboblo e cabocla
Tem beijo na boca
Em qualquer passeio
E em dias de carnaval
 
Tem de hoje a oito
Essa é Barril
Cheguei de Boa
Vim pra vadiar
 
Tem Feijao de leite
tem sarapatel
Meu vei eu vou aqui
Se saia, colé de mermo
 
Tem Boca do rio
Rio também que é vermelho
Tem Maré Salinas
Sereia do rio e em Itapua
 
Tem as cajazeiras
tem periperi
tem a caixa d’ agua
Camaçari, iapi
 
Tem Massaranduba
Tem imbassai
Tem colina Azul
pojuca e Itaji
 
Nazaré das farinhas
Também tem Mar grande
Tem o Santo Amaro
Feira de Santana, e Arquidaban
 
Terra da Capoeira
e Do Makulelê
Do Axé e da Mandinga
Do samba de Roda e Aberrê
 
Tem Acarajè
Tem o Vatapà
Tem o Caruru
Tem o mungunzà
 
Tem muitos terreiros
Inkices vodouns e orixàs
Baianas e maes de santo
Pretos velhos e Babalorixà
 
Oxalà é Padroeiro
Mae Oxum Também
Tem Axé de Gege
Angola, Malê Bantu e Nago

La Capoeira : certains aspects vus par la science

2019-10-08T10:42:15+01:00mars 2nd, 2016|Batucada, Brésil, Capoeira, Maculelê, Percussions, Spectacle|

La Capoeira : communauté affective et nouveaux territoires du marché.

Laurence Robitaille

Résumé :

Cet article démontre que la structure transnationale de la capoeira, définie dans une dynamique de marchés, génère une nouvelle forme de « communauté affective ». Je fais appel au concept d’affect pour étudier comment le mouvement et le rythme partagés d’un entrainement de capoeira emportent les individus dans des dimensions inexplorées de leur corporéité. Cette expérience peut être vécue comme transcendante à la relation économique. Je suggère cependant qu’elle est plutôt ce qui permet à la capoeira de conquérir son marché. Les forces du capital s’introduisent dans la subjectivité et les espaces intimes et transforment les affects en valeur d’échange, un processus amplifié par le contexte d’économie de la différence culturelle où l’imaginaire du Brésil en encadre l’interprétation.

Texte Integral :
J’ai longtemps écouté avec scepticisme un mestre
[maître, professeur] parler de son groupe de capoeira comme d’une grande famille. Cette comparaison me paraissait une manière un peu simpliste de séduire les élèves et de les engager sur le plan émotif pour les amener à renouveler leur abonnement. Dix ans plus tard, je me suis retrouvée autour d’une table à l’époque des fêtes avec des étudiants de ce même groupe devenus de grands amis (un peu comme des frères et sœurs), dans un appartement que plusieurs avaient partagé au cours des années. Le groupe d’origine s’était remodelé. Il était maintenant composé de quatre jeunes familles dont les rejetons suivaient chaque semaine des cours de capoeira pour enfants avant la roda. La famille n’était plus une métaphore ; et il était désormais clair que la relation entre l’affectivité et le marché ne pouvait être réduite à la simple instrumentalisation des sentiments dans la recherche du profit. Quel trajet a donc été parcouru et qu’en est-il de ces relations ?
La capoeira, un « jeu martial » d’origine afro-brésilienne développé par les esclaves à l’époque coloniale, est maintenant pratiquée à travers le monde. Depuis le début des années 1980, plusieurs Brésiliens ont quitté leur pays, transportant avec eux un savoir corporel de la capoeira et le commercialisant afin de subvenir à leurs besoins dans une économie de marché. Ils ont ainsi contribué à la transmission d’une pratique issue du champ culturel brésilien à de nombreux Nord-Américains, Européens et Asiatiques. Ces derniers y trouvent, entre autres choses, une communauté caractérisée par une intense sociabilité, comme l’évoque l’anecdote qui ouvre cet article. Comment cette pratique peut-elle transformer les individus, les impliquer corps et âme, influencer les familles qu’ils fonderont ? Comment expliquer, par ailleurs, que la capoeira soit si puissamment commercialisable qu’elle devienne une source de revenus suffisante pour les nombreux Brésiliens qui l’utilisent comme principal vecteur d’immigration ? Une littérature grandissante traitant des économies culturelles montre que, dans des conditions de globalisation néolibérale, la culture devient une ressource importante et indissociable des forces du marché (Hartley 2005, Gibson & Kong 2005, Lash & Lurry 2007, Yúdice 2003), phénomène auquel la capoeira n’échappe pas (étudié partiellement par Aceti 2010, Joseph 2008a). Toutefois, la structure transnationale de la capoeira, définie dans une dynamique de marchés, génère également une nouvelle forme de communauté que l’on pourrait appeler « communauté affective ».
Bien que la présente réflexion s’inscrive dans le contexte théorique global de la culture comme ressource, il me paraît nécessaire de recourir à une approche complètement différente pour comprendre les affects générés par l’expérience corporelle – individuelle et collective – partagée dans la communauté de la capoeira. C’est cet aspect de la capoeira, qu’un abord économique ne permet pas de saisir adéquatement, qui sera étudié ici.
Il faut entendre par « affect » une propriété perceptuelle préconsciente du corps, toujours immédiatement liée aux perceptions conscientes à travers lesquelles elle se matérialise. J’emploie ici ce terme dans le sens que lui donne le philosophe Brian Massumi (2002) lorsqu’il le définit comme le moment où le corps perçoit sa participation dans le monde, comme le seuil entre le virtuel (un monde de potentialité) et le réel (ce qui deviendra réel en conséquence de l’action/réaction à l’affect). Ce cadre théorique, jusqu’ici peu utilisé dans l’étude de la capoeira, permet de dégager l’existence d’une « force affect-ive » propre à la pratique elle-même, qui excède sa commercialisation tout en y contribuant.
Ces expériences sensorielles, affectives (au sens large), émotives et relationnelles, peuvent être vécues par les participants comme transcendantes à la relation économique. Ce sentiment d’appartenance, né d’une sensation euphorique de libération corporelle, est également, me semble-t-il, ce qui permet à la capoeira de conquérir son marché. Les forces du capital s’introduisent dans la subjectivité et les espaces intimes eux-mêmes et elles transforment les affects en valeur d’échange, un processus amplifié par le contexte d’économie de la différence culturelle où l’imaginaire du Brésil en encadre l’interprétation.
Cette recherche s’inscrit dans un contexte nord-américain pour deux raisons. En premier lieu, parce qu’elle adopte le point de vue des « études culturelles » (cultural studies) ancrées particulièrement dans le monde académique anglophone nord-américain. La capoeira est étudiée ici comme manifestation de la culture brésilienne (par opposition à une pratique sportive, par exemple) et appréhendée à partir de l’étude du mouvement du corps. Cet article part du corps pour aller vers le social, observe le corps comme producteur du social, comme le prisme qui permet de révéler la valeur humaine, culturelle et économique de la capoeira. En second lieu, mes données proviennent de deux ans de recherche ethnographique formelle à New York et Montréal, incluant entrevues qualitatives et observation participante approfondie de deux groupes spécifiques de capoeira contemporânea [contemporaine] ainsi que de la communauté « capoeiriste » élargie qui existe dans ces deux villes.
Je m’attacherai ici surtout à la capoeira contemporânea, même si la catégorie est contestée. L’approche que je propose peut certes s’étendre à tous les types de capoeira (avec les nuances qui s’imposent), mais une certaine tendance à considérer la contemporânea comme n’étant que le produit des dynamiques du marché pourra être ainsi nuancée. Dans cette optique réductrice, elle est en effet considérée comme le lieu de toutes les « dilutions » imputées à la marchandisation, et l’on oublie souvent de juger sa valeur. Cet article cherche à comprendre plus précisément pourquoi elle est si fortement reliée au marché, et s’y emploie en allant profondément en amont et en aval de la dimension marchande. Ainsi veut-il contribuer à valider l’expérience corporelle, affective et intime que procure la capoeira contemporânea au-delà de la consommation.
Une dernière précision s’impose. J’envisage la capoeira contemporânea à partir d’un point de vue très précis : celui de l’élève qui, dans un contexte transnational, aborde l’activité sans nécessairement avoir de connaissances préalables. C’est l’expérience de la capoeira au sens large, pour tous ceux qui prennent des cours, qui est visée. Dans cet esprit, j’exclus l’espace précis et distinct de la roda, dans lequel plusieurs couches d’histoire et de mémoire sont mises en mouvement et seront mieux étudiées à travers les théories de la performance. Lors de la roda, la spontanéité des jeux improvisés et le contexte précis de ces derniers (musique, participation de plusieurs « capoeiristes » en relation hiérarchique, conventions d’entrée et de sortie, etc.) requièrent la mise en œuvre d’un savoir corporel précis. Les cours, au contraire, peuvent être suivis sans avoir cette connaissance pointue de la pratique et sans comprendre totalement le système complexe de savoir corporel qui se manifeste au moment de la roda. Dans les entrainements, les élèves bougent et apprennent peu à peu la taxonomie des mouvements et de leur utilisation « correcte » en vue de la roda ; même s’ils ne réussissent pas encore à les maîtriser complètement, ils ont pourtant accès à une expérience corporelle.